Macron anuncia que França vai reconhecer Estado palestino em setembro

‘Anunciarei solenemente durante a Assembleia Geral da ONU’, publicou o presidente francês em suas redes sociais

  • Por Jovem Pan
  • 24/07/2025 16h41 - Atualizado em 24/07/2025 17h57
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Tom Nicholson/EFE/EPA/Pool O presidente da França, Emmanuel Macron, durante encontro com autoridades eleitas da Nova Caledônia e representantes do Estado no Palácio do Eliseu, em Paris Presidente disse que medida é 'fiel ao compromisso histórico com uma paz justa e duradoura no Oriente Médio'

A França vai reconhecer o Estado palestino em setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, anunciou nesta quinta-feira (24) o presidente Emmanuel Macron. “Fiel ao compromisso histórico com uma paz justa e duradoura no Oriente Médio, decidi que a França vai reconhecer o Estado da Palestina. Anunciarei solenemente durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro”, publicou Macron no X e Instagram. A França vai presidir com a Arábia Saudita uma conferência internacional de chefes de Estado e governo, com o objetivo de relançar a chamada solução “de dois Estados”, um palestino e o outro israelense. Inicialmente previsto para junho, o encontro foi adiado devido à guerra de 12 dias entre Israel e Irã.

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Antes dele, será realizada em 28 e 29 de julho uma reunião ministerial em Nova York. Um total de 142 países já reconheceram o Estado palestino, segundo uma contagem da AFP. Estados Unidos e Israel se opõem firmemente a essas iniciativas diplomáticas. Macron ressaltou no X a urgência de “que termine a guerra na Faixa de Gaza, e socorrer a população civil”. Nesse contexto, “deve-se construir o Estado da Palestina, garantir a sua viabilidade e permitir que, ao aceitar a sua desmilitarização e reconhecer plenamente Israel, participe da segurança de todos no Oriente Médio”.

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A França busca, com esse passo, “dar uma contribuição-chave para a paz no Oriente Médio”, e “mobilizará todos os seus aliados internacionais que desejarem participar”, indicou Macron, em carta dirigida ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, que administra parcialmente a Cisjordânia ocupada.

*Com informações da AFP
Publicado por Fernando Dias

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