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Número de mortos no Líbano passa de 100 desde a segunda-feira

O Ministério da Saúde libanês indicou em um comunicado que esse número pode aumentar, já que os hospitais continuam recebendo vítimas

Fernando Keller

Uma bandeira do Líbano pintada em um reservatório de água elevado é mostrada no local de um ataque aéreo israelense na cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, em 5 de março de 2026. Israel lançou em 5 de março uma nova onda de ataques contra o Irã, que intensificou seus ataques contra as nações do Golfo, Catar e Bahrein, à medida que a guerra no Oriente Médio se espalhava por toda a região e além.
Uma bandeira do Líbano pintada em um reservatório de água elevado é mostrada no local de um ataque aéreo israelense na cidade de Nabatieh, no sul do Líbano, em 5 de março de 2026. Israel lançou em 5 de março uma nova onda de ataques contra o Irã, que intensificou seus ataques contra as nações do Golfo, Catar e Bahrein, à medida que a guerra no Oriente Médio se espalhava por toda a região e além. Foto: MOUHAMMAD AL-ZANATY / AFP

O número de mortos em decorrência dos ataques israelenses no Líbano, desde que o país entrou no conflito regional na segunda-feira, subiu para 102, com 638 feridos, anunciou o Ministério da Saúde libanês nesta quinta-feira (5).

O ministério indicou em um comunicado que esse número pode aumentar, já que os hospitais continuam recebendo vítimas. O número anterior de mortos era de 77.

Na última terça-feira, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, anunciou que o Exército “tomará o controle” de novas posições no Líbano, após iniciar, na segunda-feira, uma campanha de bombardeios contra o movimento pró-iraniano Hezbollah.

“O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e eu autorizamos o Exército israelense a avançar e tomar o controle de posições estratégicas adicionais no Líbano, para impedir ataques contra as localidades israelenses de fronteira”, afirmou o ministro em um comunicado.

O Exército israelense anunciou que seus soldados estão mobilizados em “vários pontos” do sul do Líbano.

“Não é uma operação terrestre. É uma medida tática (…) destinada a garantir a segurança do nosso povo”, explicou à imprensa estrangeira o tenente-coronel Nadav Shoshani, porta-voz internacional das Forças Armadas.

“Posicionamos soldados na zona de fronteira, em pontos adicionais, para defender nossos civis e impedir que o Hezbollah os ataque”, afirmou o porta-voz.

O Exército israelense mantinha militares em cinco posições consideradas estratégicas no território libanês desde o cessar-fogo de novembro de 2024.

O Oriente Médio está em guerra desde sábado, quando Estados Unidos e Israel iniciaram uma campanha militar conjunta no Irã, que matou, entre outros, o líder supremo da República Islâmica, Ali Khamenei.

Teerã respondeu com bombardeios em todo o Golfo e contra Israel.

*Com AFP

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