Eduardo Bolsonaro diz que não está buscando ser presidente da República: ‘Quero ver justiça’
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (21), que não está “buscando ser presidente” nas eleições de 2026. “Quero ver justiça”, escreveu no X (antigo Twitter). “A bola está com vocês aí no Congresso agora, basta votar a anistia e vocês serão os protagonistas da retirada da tarifa”, disse o filho “03” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Não estou buscando ser presidente, quero ver justiça.
A bola está com vocês aí no Congresso agora, basta votar a anistia e vocês serão os protagonistas da retirada da tarifa. pic.twitter.com/L82Ucwm4It
— Eduardo Bolsonaro?? (@BolsonaroSP) July 21, 2025
Autoexilado nos Estados Unidos, o deputado tem apontado que uma anistia “ampla, geral e irrestrita”, conduzida pelo Congresso, é a única forma de reverter a sobretaxa de 50% sobre produtos nacionais imposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Na carta que informou o tarifaço, o líder norte-americano pediu o fim do julgamento de Bolsonaro. “Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma caça às bruxas que deve terminar imediatamente!”, escreveu o presidente estadunidense.
Eduardo Bolsonaro é cotado para disputar a Presidência, já que Jair Bolsonaro se encontra inelegível até 2030 por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Em 16 de junho, Eduardo afirmou que aceitaria se candidatar à Presidência em 2026, caso seu pai o apoiasse.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A licença parlamentar que Eduardo Bolsonaro tirou para ir aos Estados Unidos terminou no último domingo (20). No entanto, o deputado afirmou que não planeja voltar ao Brasil. As faltas não justificadas devem custar o seu mandato, porém, ao optar por essa estratégia ao invés de renunciar ao cargo, ele continua livre para se candidatar em 2026. A renúncia, por outro lado, poderia deixá-lo inelegível até 2035.
[jp-related-posts ids=”2021078,2021080″]
*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Nátaly Tenório