Polícia do Rio monitora possíveis sucessores de Ecko após a morte do miliciano
A Polícia do Rio de Janeiro já está monitorando e tem mapeado aqueles que podem ser os sucessores de Wellington da Silva Braga, o Ecko, maior miliciano e mais procurado do Rio de Janeiro, que morreu em um cerco policial no último sábado, 12, na zona oeste. A prisão ocorreu durante a Operação Dia dos Namorados, no Dia dos Namorados, e Ecko estava acompanhado da namorada na comunidade Três Pontes, em Paciência, na periferia do Rio. O criminoso, que estava totalmente desfigurado e passou por plásticas, cirurgias e harmonizações, reagiu ao cerco policial e foi baleado pelo menos duas vezes.
Ele foi encaminhado para o Hospital Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. Um forte esquema de segurança foi montado no local porque havia expectativa de um possível resgate, mas ele chegou praticamente morto na unidade. Ecko herdou os negócios do irmão, Carlinhos Três Pontes, em 2017. Carlinhos foi morto em uma ação da Policia Civil fluminense naquele ano. Ele tinha como estratégia ampliar e avançar nos negócios deixados pelo irmão, concentrando atividades incialmente na zona oeste. Depois, seguiu em direção a região metropolitana, baixada fluminense e já tinha negócios no interior do Rio. Além disso, fez parceria com traficantes, formando as chamadas narcomilícias. A milícia de Ecko movimenta milhões e milhões de reais ao mês.
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*Com informações do repórter Rodrigo Viga
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