Presidente de Cuba acusa EUA de tentar ‘tomar’ a ilha
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, acusou os Estados Unidos, neste domingo (26), de tentar “tomar o país” por meio do que chamou de uma “política genocida”.
Desde janeiro, o governo de Donald Trump aplica uma política de pressão máxima sobre a ilha comunista. Além do embargo econômico em vigor desde 1962, impôs um bloqueio ao petróleo e uma série de sanções adicionais contra empresas e autoridades cubanas.
Essas medidas levaram a uma queda drástica no turismo e nas receitas em moeda estrangeira, assim como à saída de inúmeras empresas estrangeiras. As sanções mais recentes, anunciadas na quinta-feira, têm como alvo o programa de missões médicas cubanas no exterior, uma das principais fontes de renda do país.
“Cuba trava hoje uma batalha histórica (…) contra os muros de uma política genocida que busca sufocar toda a população para tomar o país”, declarou Díaz-Canel durante um evento em comemoração ao Dia da Rebelião Nacional na cidade de Pinar del Río, a cerca de 190 quilômetros de Havana.
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