Ministério dos Direitos Humanos oferece proteção a líderes de assentamento do MST atacado em São Paulo
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) anunciou que irá prestar assistência e proteção às lideranças e aos moradores do Assentamento Olga Benário, que faz parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Essa decisão vem após um ataque violento que resultou na morte de três assentados e deixou pelo menos cinco pessoas feridas. O ministério considerou o incidente um “grave ataque” e enfatizou a urgência de fortalecer as políticas de proteção aos defensores de direitos humanos.
Atualmente, nenhuma das lideranças do assentamento está cadastrada no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos. O MDHC ressaltou a importância de que situações de risco sejam comunicadas ao programa, a fim de garantir a segurança dos envolvidos. A ministra Macaé Evaristo destacou que é responsabilidade do Estado proteger aqueles que defendem os direitos humanos.
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A investigação sobre o ataque está sendo conduzida pela Polícia Civil de São Paulo, que registrou o caso como homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de armas. O Ministério da Justiça e Segurança Pública ordenou, neste sábado (11), que a Polícia Federal também entre na investigação. Um suspeito de 41 anos foi preso suspeito de liderar a chacina.
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As vítimas, cujas idades variam entre 18 e 49 anos, foram levadas para hospitais da região para receber atendimento médico. A situação gerou preocupação entre os defensores de direitos humanos e a comunidade local. O ministério também se comprometeu a acionar órgãos responsáveis pela resolução de conflitos agrários e pela segurança pública. A ministra Evaristo reiterou que a proteção dos defensores de direitos humanos é uma prioridade e que medidas serão tomadas para evitar que episódios como esse se repitam no futuro.
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Publicada por Felipe Dantas
*Reportagem produzida com auxílio de IA
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