Ataque ao STF acontece nove meses após grades serem retiradas
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, acompanhado dos presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, fez a retirada das grades de proteção que cercavam o edifício-sede da Corte no dia 1º de fevereiro de 2024. Naquela época, para Barroso, o gesto tinha o objetivo de demonstrar que o Brasil havia retomado a normalidade democrática e que não há mais espaço para violência na Praça dos Três Poderes. “Eu acho que a retirada da grade é um gesto simbólico de normalidade democrática e de confiança na volta da civilidade das pessoas. A vida democrática tem espaço para todas as visões, inclusive para os protestos, mas não para a violência”, disse o presidente do STF.
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Nesta quarta-feira (13), nove meses depois, duas explosões, em um intervalo de cerca de 20 segundos, ocorreram perto do Supremo Tribunal Federal (STF) no início da noite. Uma pessoa morreu, e a área foi isolada. Bombeiros e militares especializados em explosivos foram ao local.Em nota, o STF informou que, após a sessão desta quarta, “dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança”. “Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela.” A Corte afirmou ainda que a segurança do STF colabora com autoridades policiais do DF. Fontes ouvidas pelo titular desta coluna não descartam o retorno da grade de proteção no entorno do Supremo Tribunal Federal.
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