Caiado diz que é ‘cinco vezes mais perigoso’ morar na Bahia do que na Ucrânia
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta terça-feira (18), em Brasília, que seria “cinco vezes mais perigoso” morar atualmente na Bahia do que na Ucrânia, país que enfrenta uma guerra desde a invasão russa em 2022.
A declaração foi feita durante o evento O Brasil em Debate com os Presidenciáveis, na frente dedicada a Ambiente de Negócios, Competitividade e Desenvolvimento Econômico.
“É cinco vezes mais perigoso o senhor morar hoje na Bahia do que na Ucrânia. Isso, estatisticamente, hoje, é mais perigoso você morar na Bahia do que na Ucrânia”, afirmou Caiado, ao dirigir a declaração ao encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Oleg Vlasenko, presente no encontro.
O candidato disse ainda que, em um período de 15 anos, 110 mil brasileiros teriam sido mortos na Bahia, dos quais 66 mil seriam jovens. Ele atribuiu os números a dados oficiais.
Caiado usou a segurança pública como parte do diagnóstico apresentado para defender seu projeto de governo. Segundo ele, o avanço de organizações criminosas representa uma ameaça ao Estado democrático de Direito e exige que áreas e atividades sob influência do crime sejam “reconquistadas” pelo Estado.
Durante a sabatina, o candidato também criticou a política econômica do governo Lula (PT), especialmente o atual patamar dos juros, e afirmou que o custo do crédito ameaça a sobrevivência de empresas brasileiras.
continue lendo
Bruno Pinheiro
Flávio ouviu conselho para ir aos EUA antes de ser impedido de deixar o Brasil
Segundo relatos feitos à coluna, uma ala dos aliados defendeu que Flávio deixasse imediatamente o Brasil e seguisse para os Estados Unidos, onde está seu irmão Eduardo Bolsonaro
- Vitória de Lula dá sobrevida a Motta e Alcolumbre no Congresso Bruno Pinheiro · há 10 horas
- A denúncia de Flávio que nem seus aliados souberam explicar Bruno Pinheiro · há 13 horas
- Aliados de Flávio rechaçam rótulo de aliado dado a Nunes Marques Bruno Pinheiro · há 13 horas
- Flávio contrariou aliados ao decidir não reconhecer derrota para Lula Bruno Pinheiro · há 13 horas