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Editor de ‘O Brutalista’, um dos favoritos ao Oscar, admite que usou IA no filme

Segundo o montador Dávid Jancsó, a ferramenta foi utilizada para melhorar a pronúncia dos atores e também para a criação de imagens

Redação

O Brutalista
Sem título Divulgação/A24

“O Brutalista”, um dos filmes mais cotados para o Oscar deste ano, gerou polêmica após um de seus editores revelar que a produção utilizou inteligência artificial. A trama, que se desenrola em diálogos húngaros, narra a jornada de refugiados húngaros que se estabelecem nos Estados Unidos após a Segunda Guerra Mundial, com atuações de Adrien Brody e Felicity Jones. Para se prepararem, os atores aprenderam a língua húngara, e a tecnologia foi empregada para aprimorar sua pronúncia. Dávid Jancsó, o editor responsável, esclareceu que a ferramenta Respeecher foi fundamental para ajustar o sotaque dos protagonistas.

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Após tentativas frustradas de regravação e dublagem, a equipe decidiu usar a IA para manter a autenticidade das performances, alterando apenas algumas letras.  Além do aprimoramento vocal, a inteligência artificial generativa também desempenhou um papel importante na criação de elementos visuais do filme. Imagens, incluindo ilustrações e construções arquitetônicas, foram geradas por meio dessa tecnologia, contribuindo para a estética da obra e enriquecendo a narrativa.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

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