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Copa do Mundo

Como joga a Noruega? Saiba os pontos fortes da possível rival do Brasil

Erling Haaland desponta como principal ameaça à zaga dos adversários, com quatro gols nesta Copa

Marcelo Bamonte

Jogador da Noruega, Haaland comemora gol contra o Iraque em partida da fase de grupos da Copa do Mundo 2026
Jogador da Noruega, Haaland comemora gol contra o Iraque em partida da fase de grupos da Copa do Mundo 2026 Justin Setterfield / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

A Noruega demonstrou, até o momento, na Copa do Mundo de 2026, um futebol físico, intenso e vertical. A equipe costuma atuar no 4-3-3, privilegiando transições rápidas, pressão sobre a saída de bola adversária e ataques pelos lados do campo.

Na fase de grupos, os noruegueses avançaram aos 16 avos de final após vencerem o Iraque e o Senegal, antes de serem derrotados pela França com uma equipe alternativa. O ataque marcou oito gols em três partidas, enquanto Erling Haaland balançou as redes quatro vezes, chegando ao mata-mata como um dos artilheiros da competição.

O principal destaque ofensivo é justamente Haaland, referência dentro da área e responsável por boa parte dos gols da seleção. A estratégia passa por explorar sua força física, capacidade de atacar espaços e eficiência nas finalizações. Quando encontra defesas fechadas, a Noruega procura acelerar as jogadas pelos corredores para criar cruzamentos em direção ao camisa 9.

No meio-campo, o cérebro da equipe é Martin Ødegaard, responsável pela organização das jogadas. O meia atua entre as linhas, distribui passes em profundidade e dita o ritmo ofensivo, funcionando como principal articulador da seleção. Grande parte das construções passa pelos seus pés antes de chegar aos atacantes.

Sem a posse de bola, a Noruega normalmente adota um bloco médio, fechando os espaços pelo centro e induzindo o adversário a jogar pelos lados. A equipe procura recuperar rapidamente a bola para acelerar os contra-ataques, aproveitando a velocidade de seus pontas e a movimentação constante de Haaland.

Nas bolas paradas, a seleção também representa perigo. O bom porte físico de seus defensores e atacantes faz da Noruega uma equipe forte em cobranças de escanteio e faltas laterais, tanto ofensivamente quanto na defesa da própria área.

Só saberemos se vamos enfrentar os noruegueses ou não na tarde desta terça-feira (30), quando Noruega e Costa do Marfim se enfrentam pelos 16 avos de final, às 14h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Arlington, Estados Unidos.

*texto produzido com auxílio de IA