Movimento indígena do Equador aceita diálogo com o governo
O movimento indígena do Equador, grupo que lidera os protestos contra as medidas econômicas adotadas pelo governo a pedido do Fundo Monetário Internacional (FMI), aceitou, neste sábado (12), a proposta de diálogo feita pelo presidente do país, Lenín Moreno.
A onda de protestos já se estende por dez dias e começou após a entrada em vigor de um decreto que levarou ao aumento de até 123% no preço dos combustíveis. De lá para cá, a Defensoria do Povo do país afirma que cinco pessoas já morreram, entre elas um líder indígena, 554 pessoas ficaram feridas e quase mil foram presas nos protestos. Dos detidos, 80% foram liberados por falta de provas.
Os manifestantes chegaram até a render policiais. Com as manifestações, Moreno, inclusive, transferiu a sede do governo de Quito, capital do país, para a cidade costeira de Guayaquil.
*Com informações da Agência EFE
Assuntos
continue lendo
Mundo
Rússia nega 2º contágio em caso suspeito de peste após morte de laboratorista
OMS informou que solicitou esclarecimentos adicionais para determinar a causa da pneumonia grave
- Christa Pike volta a caminhar após sobreviver à tentativa de execução nos EUA Jovem Pan · há 2 horas
- Escritora canadense Anne Carson vence o Nobel de Literatura 2026 AFP · há 3 horas
- Ataque russo a ônibus com civis deixa 30 mortos na Ucrânia AFP · há 4 horas
- Polônia registra segundo ataque em escola em dois dias; uma pessoa morre Jovem Pan · há 4 horas