Dengue e chikungunya podem se tornar endêmicas na Europa, alerta estudo
Um estudo recente publicado na revista The Lancet Planetary Health aponta um risco de uma endemia de dengue e chikungunya na Europa, impulsionada pelas mudanças climáticas. O aquecimento global tem facilitado a proliferação de mosquitos, incluindo o mosquito tigre asiático, que se tornou um vetor significativo de contágio no continente. Este mosquito, diferente do encontrado no Brasil, já conseguiu estabelecer-se em várias regiões europeias, aumentando o potencial de casos dessas doenças.
[cta-selector name=”model2″ image1=”https://s.jpimg.com.br/wp-content/plugins/CTA-posts-selector/assets/images/640_3anos-JPNews.jpg” text2=”Siga o canal da Jovem Pan News e receba as principais notícias no seu WhatsApp!” link3=”https://www.whatsapp.com/channel/0029VaAxUvrGJP8Fz9QZH93S” text4=”WhatsApp” icon5=”fa-brands fa-whatsapp” ]
A pesquisa, realizada em 17 países europeus entre 2010 e 2020, utilizou modelos estatísticos para analisar a ocorrência de surtos. Os resultados indicam que a presença do mosquito tigre asiático pode dobrar o número de casos possíveis de dengue e chikungunya. O risco é ainda maior durante os meses mais quentes, de junho a outubro, quando as temperaturas sobem entre 1 e 5ºC, multiplicando o risco de transmissão de três a cinco vezes. Este aumento nas temperaturas cria um ambiente propício para a reprodução e disseminação dos mosquitos, ampliando a área de risco para essas doenças.
[jp-related-posts ids=”1985280,1979837,1950082,1948923″]