Em meio a denúncia contra Bolsonaro, TSE sinaliza parceria para combater fake news no 2º turno
Em meio à polêmica em torno das denúncias de que o PSL de Jair Bolsonaro teria impulsionado notícias falsas contra o PT, o Tribunal Superior Eleitoral corre contra o tempo e sinaliza com a possibilidade de fechar uma parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais que estuda formas de inibir a troca de notícias falsas por meio do WhatsApp.
O TSE já fez uma videoconferência com os executivos do aplicativo e ouviu também essa semana o professor da UFMG, Fabrício Benevenuto, que coordena o projeto Eleições sem Fake em Minas Gerais.
Segundo o tribunal, a ideia é fechar uma parceria já para o segundo turno das eleições e também para eleições futuras.
O professor avaliou que o projeto pode trazer informações sobre as fake news, e contribuir para as ações da Polícia Federal do próprio TSE e também do o Ministério Público Eleitoral. Ele afirmou que as campanhas estão muito agressivas, irresponsáveis o que incentiva nesse momento a divisão de ódio que se vê nas redes sociais.
O coordenador do “Eleições sem Fake” explicou que a impressão é que as notícias falsas estão dominando as redes sociais. Um posicionamento diferente do vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques Medeiros, que minimizou o problema agora no início da semana.
O TSE, no entanto, está preocupado. Já chamou representantes dos partidos para tentar fechar um acordo nessa reta final da campanha. Para tentar reduzir as dúvidas sobre a seguranças das urnas eletrônicas auditorias foram marcadas e o centro de comando e controle vai se reunir novamente para acompanhar as ações agora no segundo turno.
Confira a cobertura completa das Eleições 2018
*Informações da repórter Luciana Verdolin
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