‘Minha memória com Maia é de travar o Brasil, ele não é bom nome para nada’, afirma Filipe Sabará
Nesta segunda-feira, 24, o programa Morning Show, da Jovem Pan, recebeu o empresário Filipe Sabará. Em entrevista, ele opinou sobre a confirmação de Rodrigo Maia na coordenação do programa de governo de João Doria. “Minha memória mais real e recente de Rodrigo Maia é quando ele sentou no Congresso como presidente da Câmara e não deixou passar nenhuma reforma, depois o pessoal colocou a culpa no governo federal, de que as reformas não estavam sendo propostas. Minha memória com Rodrigo Maia é de travar o Brasil. Não acho que Rodrigo Maia seja um bom nome para nada”, afirmou.
Filipe Sabará também comentou sobre a possível candidatura de Sergio Moro nas eleições de 2022. Para o ex-filiado ao Novo, o ex-ministro da Justiça está conhecendo agora as consequências da inserção na política. “Agora ele está vendo como é ser político. Uma coisa é ser pedra, tacar pedra; outra coisa é ser vidraça. Quando juiz, ele tinha um trabalho muito diferente do trabalho de um pré-candidato. Agora ele está vendo como de fato é ser político”, disse. “Você tem inimigos que automaticamente aparecem e agora ele vai ter que provar se é um político de qualidade ou não. Na minha opinião, ele é um aventureiro, não gosto da ideia de Sergio Moro candidato. Deveria ter continuado como juiz. Mas vamos testar, vamos ver o que vai sair”, concluiu.
[jp-related-posts ids=”1213303,1213293,1213222″]
Confira na íntegra a entrevista com Filipe Sabará:
Assuntos
continue lendo
Política
Flávio deixar o país é compreensível, diz Sergio Moro
Governador eleito do Paraná disse que o senador ser intimado a entregar seu passaporte é algo 'longe da normalidade institucional'
- Lula derrota família Bolsonaro pela segunda vez Jovem Pan · há 4 dias
- Quem é Celina Leão, amiga de Michelle Bolsonaro que foi reeleita governadora do DF Jovem Pan · há 4 dias
- Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 46%; Lula, por 45% Jovem Pan · há 7 dias
- ‘Bondades’ anunciadas por Lula em 2026 somam até R$ 178,1 bilhões ao ano Jovem Pan · há 2 semanas