Ministra Damares Alves é a entrevistada do ‘Direto ao Ponto’ desta segunda-feira

Programa comandado por Augusto Nunes vai ao ar a partir das 21h30 pelo canal Jovem Pan News, no YouTube, e pelo Panflix

  • Por Jovem Pan
  • 28/05/2021 10h00
Alan Santos/PRMãe, advogada, educadora e pastora evangélica, Damares nasceu no Pará, em 1964

O “Direto ao Ponto”, da Jovem Pan, desta segunda-feira, 31, receberá a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. Mãe, advogada, educadora e pastora evangélica, Damares nasceu no Pará, em 1964. Ela participou do movimento pró-vida e atuou no Congresso Nacional durante mais de 20 anos como assessora parlamentar, quando trabalhou com o também pastor e ex-senador Magno Malta. Em 2019, foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o ministério e, desde que entrou, focou suas ações em combater a violência contra a mulher, adolescentes, idosos, crianças e pessoas com deficiência, como a Operação Resguardo, que começou no dia 1º de janeiro e foi encerrada em 8 de março, com milhares de denúncias feitas, medidas protetivas cumpridas e vítimas atendidas. Damares também atua junto das comunidades indígenas e é fundadora da ONG Atini – Voz pela Vida. A ministra será sabatinada pelo apresentador Augusto Nunes e por uma bancada mista de entrevistadores em Brasília e São Paulo. Na capital federal, estarão a repórter e apresentadora do SBT Débora Bergamasco e o comentarista do programa “Os Pingos nos Is” José Maria Trindade. Em SP, a diretora de redação da Revista Oeste, Branca Nunes, e a jornalista e apresentadora Luciana Liviero.

Já passaram pela sabatina semanal da Jovem Pan personalidades importantes como o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, o governador de São Paulo, João Doria, o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel e o procurador federal Deltan Dallagnol. Além disso, o programa recebeu outros ministros do governo Bolsonaro, como o da Saúde, Eduardo Pazuello, do Meio Ambiente, Ricardo Salles e da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, que participou da última edição. Entre outros assuntos, Rosário falou sobre o trabalho da União em fiscalizar os gastos de Estados e municípios desde que a pandemia começou, em março de 2020, e ressaltou que isso deveria ser questionado pela CPI da Covid-19. “Em uma reunião selecionamos 278 ‘entes federados’ que seriam acompanhados: capitais, seis ministérios, todos os Estados, municípios acima de 500 mil habitantes e etc. A partir daí colocamos uma equipe em cada Estado acompanhando todas as compras feitas pela Covid-19 e em alguns locais tinham uma transparência melhor, outros nem tanto, então montamos um grupo que registrava tudo o que saia e comparamos preços. Fizemos esse levantamento que resultou em 53 operações que fizemos junto com a polícia”, contou o ministro.