Ministros de Bolsonaro divergem sobre educação sexual em escolas
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defende de forma enfática a educação sexual nas escolas. “Não dá para não fazer”, afirmou na tarde de sexta-feira (9). Para ele, a estratégia tem papel importante na prevenção da gravidez na adolescência, cujas taxas ainda são consideradas altas no Brasil. No entanto, o tema é polêmico no governo.
Internamente, a equipe do presidente Jair Bolsonaro diverge sobre o assunto. O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, foi evasivo ao falar sobre o tema e da relevância do ensino sexual na redução da gravidez entre adolescentes.
Rodriguez afirmou que o programa Saúde nas Escolas, que aborda a educação sexual, poderá ser alterado, em sinal de que a estratégia deverá ser feita de forma a não melindrar famílias de pensamento conservador. “Veremos o que será necessário atualizar”, declarou. Embora questionado, ele não afirmou quais mudanças poderiam ocorrer.
As afirmações foram feitas durante a formalização de uma parceria entre os Ministérios da Saúde, da Educação, da Cidadania e da Mulher, Família e Direitos Humanos, para reduzir a gravidez precoce até 2022. A taxa no Brasil é de pouco mais de 56 adolescentes a cada 1 mil. O índice está acima da média mundial 49 casos a cada 1 mil.
*Com informações do Estadão Conteúdo
continue lendo
Brasil
Justiça suspende demissões em massa de trabalhadores das Casas Bahia
Decisão foi motivada por um pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) para barrar as dispensas
- Latam confirma vazamento de dados de parcela dos clientes Jovem Pan · há 8 horas
- MP denuncia médica após morte de seis crianças em UTI em hospital do PR Estadão Conteúdo · há 12 horas
- Quem são os mortos em acidente entre micro-ônibus e caminhão no Paraná Jovem Pan · há 13 horas
- MP denuncia homem que matou ex e cachorro em mercado de São Paulo Jovem Pan · há 14 horas