‘Meu presidente está preso por perseguição’: prefeito de Cuiabá faz discurso duro no ‘Acorda, Brasil’
O movimento “Acorda, Brasil” levou apoiadores às ruas de mais de 20 cidades do país neste domingo (1º), em atos convocados pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e outras lideranças conservadoras. As manifestações focaram em críticas ao governo federal e ao Supremo Tribunal Federal, além de defenderem a anistia a Jair Bolsonaro e a revisão de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Em Cuiabá, o prefeito Abílio Brunini (PL) foi um dos principais nomes do ato na capital mato-grossense. Direto e sem recuar diante de críticas, deixou claro que não governa pensando na aprovação de todos.
“Eu não estou aqui para agradar todo mundo. Pouco me importa a opinião deles”, declarou, em referência direta à oposição local.
Brunini também respondeu a quem questiona sua postura bolsonarista. “Aqui em Cuiabá tem 35% de pessoas de esquerda. E eles me odeiam simplesmente por ser bolsonarista. E eu tô pouco me lixando com os 35%”, afirmou, arrancando aplausos da plateia.
O prefeito defendeu o ex-presidente Jair Bolsonaro e atacou o que chamou de perseguição política. “Eu sei que o meu presidente não está preso por corrupção, mas sim por perseguição política. E eu sei que o corrupto foi condenado para estar onde está”, disse. Para encerrar, convocou a base a agir no entorno mais próximo: “Você não vai acordar um petista. Esqueça. Você tem que acordar o seu vizinho que ama a família dele.”
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