Caso Brumadinho pode chamar atenção para que processo criminal ande mais rápido, diz procurador
O caso da tragédia que deixou 19 mortos em Mariana, em 2015, segue sem resoluções criminais para os responsáveis pelo crime ambiental e não é visto como exemplo para o caso recente de Brumadinho, também em Minas Gerais.
Em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, o procurador da República que cuidou do caso de Mariana, Gustavo Henrique Oliveira, acredita que o “caso de Brumadinho pode chamar ainda mais atenção das autoridades para a necessidade de que o processo criminal ande mais rápido”.
Apesar de não estar ciente dos autos do processo de Brumadinho, o promotor afirmou que a sensação que existe é de que os acordos feitos pela Vale “andam muito devagar”. No caso de Mariana, por exemplo, as defesas usam de expedientes para adiar o processo e a oitiva de testemunhas não chegam a termo.
Sobre o pagamento das multas por parte da Samarco, no caso da tragédia de Mariana, Gustavo Henrique Oliveira disse que estas são expedidas pelos órgãos ambientais estadual e federal e as cobranças ficam a cargo deles. “Da parte do Ministério Público Federal fica a responsabilização civil e criminal”, explicou.
Confira a entrevista completa com o procurador da República que cuidou do caso de Mariana, Gustavo Henrique Oliveira:
continue lendo
Notícias
Da autocobrança ao esgotamento: como a busca pelo alto desempenho afeta o corpo e a mente
Especialistas analisam os efeitos da pressão por produtividade, a transformação do lazer em obrigação e o hábito de adiar o sono para ter algumas horas de tempo livre
- A sua marca não é mais sua Gustavo Hansel · há 6 dias
- Tarcísio diz que áudios de Flávio a Vorcaro não impactam relação com senador Jovem Pan · há 7 dias
- PF divulga parecer sobre acidente Voepass e indicia 16 pessoas Fernando Keller* · há 2 semanas
- Netanyahu diz que Israel discorda do plano dos EUA para Gaza AFP · há 2 semanas