Diretor do Santander será novo presidente do Banco Central e Mansueto ficará no Tesouro
Roberto Campos Neto, diretor do Santander, ocupará a presidência do Banco Central durante o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A informação foi confirmada por fontes integrantes da equipe de transição à Jovem Pan na tarde desta quinta-feira (15). A permanência do economista Mansueto Almeida na Secretaria do Tesouro Nacional também está confirmada.
A equipe de Bolsonaro chegou a conversar com o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, sobre a possibilidade de ele continuar no comando, mas não houve alinhamento nas negociação. Alegando “motivos pessoais”, ele manifestou que prefere deixar o posto em 2019.
Assim como os nomes anunciados anteriormente, esse é mais um sugerido pelo futuro ministro da Economia (fusão das pastas de Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio) Paulo Guedes. Braço direito de Bolsonaro na área econômica, ele já auxiliou na indicação de Joaquim Levy na presidência do BNDES (no lugar de Dyogo Oliveira) e na possível (mas ainda não confirmada) manutenção de Ivan Monteiro na Petrobras.
Outros indicados devem emergir nas próximas horas.
Roberto Campos Neto será o presidente do Banco Central do governo Bolsonaro. pic.twitter.com/wBYIkg7kKs
— Jovem Pan News (@JovemPanNews) November 15, 2018
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Bruno Pinheiro
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