MPRJ e PF fazem operação contra esquema chefiado por investigado pela morte de Marielle
A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fazem uma ação conjunta contra um esquema de “gatonet” que seria operado pela milícia chefiada pelo ex-bombeiro Maxwell Simões, conhecido como Suel. A investigação foi aberta dentro do inquérito que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em março de 2018 no Rio de Janeiro. Maxwell foi preso no último dia 24 durante a Operação Élpis, a primeira desde que a PF assumiu a investigação da morte da vereadora. Ele já havia sido condenado a quatro anos de prisão por atrapalhar investigações criminais. A nova prisão foi feita com base na delação do ex-policial Élcio de Queiroz. A suspeita é de que Suel tenha participado da troca de placas do veículo usado no crime, além de ter providenciado o descarte das cápsulas e munições, bem como o desmanche do veículo.
A operação desta sexta foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, 4, e contou com o auxílio do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) e da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). Ao todo, foram expedidos e cumpridos sete mandados de busca e apreensão contra o esquema.
[jp-related-posts ids=”1450300,1450265″]
Assuntos
continue lendo
Brasil
Um ano após megaoperação com 122 mortos, 33 alvos seguem foragidos no RJ
Ação nos complexos do Alemão e da Penha foi a mais letal da história das forças de segurança do país
- Anatel exigirá reconhecimento facial para ativar ou manter linhas de celular Estadão Conteúdo · há 2 horas
- PF faz operação contra grupo que pretendia lucrar R$ 10 bilhões em fraude no MA Estadão Conteúdo · há 9 horas
- Temporais avançam pelo Brasil e chuva deve se intensificar no Sul e Sudeste Jovem Pan · há 16 horas
- Mega-Sena acumula novamente, e prêmio vai a R$ 320 milhões Agência Brasil · há 1 dia