Ouro na canoagem, no boxe e no futebol: Veja como foi o penúltimo dia das Olimpíadas

Gol de Malcom na prorrogação selou a terceira medalha dourada do sábado, um recorde para o Brasil; vôlei masculino perdeu o bronze para a Argentina

  • Por Jovem Pan
  • 07/08/2021 16h00 - Atualizado em 07/08/2021 19h50
Fernando Bizerra/EFE Isaquias Queiroz comemora a conquista de sua primeira medalha de ouro

Pela primeira vez na história, o Brasil conquistou três medalhas de ouro em um único dia. A primeira veio da canoagem. Isaquias Queiroz sobrou na prova da categoria C1 1.000 m e subiu no lugar mais alto do pódio pela primeira vez em Tóquio. De quebra, igualou Gustavo Borges (natação) e Serginho (vôlei) com quatro medalhas na história dos Jogos. Falta uma para ele alcançar o recorde de Torben Grael e Robert Scheidt, ambos da vela. Baiano como Isaquias, o boxeador Hebert Conceição venceu o ucraniano Oleksandr Khyzhniak com um sensacional nocaute no terceiro round. E, por último, a seleção brasileira masculina de futebol derrotou a Espanha por 2 a 1, com um gol de Malcom na prorrogação, e conquistou o bicampeonato olímpico.

Se a seleção masculina de futebol deu alegria ao torcedor brasileiro, a de vôlei decepcionou. O time comandado por Renan Dal Zotto perdeu a disputa do bronze para a Argentina, por 3 sets a 2, e ficou fora do pódio pela primeira vez desde 2000. Kawan Pereira também não conseguiu sua medalha, mas, ao contrário do time de vôlei, seu desempenho não deixou a desejar. O décimo lugar na platafoma de 10 m dos saltos ornamentais foi histórico. A equipe brasileira de hipismo terminou competição de saltos na sexta colocação — a Suécia ficou com o título. O campeão olímpico Rodrigo Pessoa preferiu não fazer parte do time que disputou a final porque seu cavalo refugou duas vezes durante as eliminatórias. “O meu cavalo não está em condições de ajudar a equipe”, declarou. Yuri Mansur competiu em seu lugar. Na ginástica rítmica, o Brasil não conseguiu um lugar na final.

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