Áñez denuncia ‘tortura psicológica’ após 12 dias de greve de fome
A ex-presidente interinada Bolívia, Jeanine Áñez, disse que sofre “tortura psicológica” por parte de funcionários da penitenciária onde está presa, em meio à greve de fome realizada há 12 dias em busca de liberdade. A fala da boliviana aconteceu neste domingo, 20, durante audiência virtual contra os funcionários do Centro Penitenciário Feminino de Miraflores. “Sofro torturas psicológicas porque estou em greve de fome”, argumentou a ex-presidente. Ao negar o pedido de liberdade, o juiz ordenou “efetivar, mesmo contra a vontade da requerente”, o início imediato da “reidratação ou outro tratamento” para que ela possa ser tratada na prisão, decisão que levou a uma queixa da Defensoria do Povo, que defende o direito de Áñez de protestar através de uma greve. Em comunicado, a Direção do Regime Penitenciário afirmou que “apesar da sua recusa inicial”, Jeanine Áñez “concordou” em receber uma solução de reidratação, o que não foi confirmado por ela em audiência. Áñez é acusada de “sedição, terrorismo e conspiração” durante a crise de 2019, que culminou na renúncia de Evo Morales da presidência. Ela está presa desde 13 de maio do ano passado.
*Com EFE
Assuntos
continue lendo
Mundo
Irã diz ter lançado mísseis contra bases dos EUA na Jordânia em retaliação a ataque em Ormuz
O IRGC afirmou mais cedo que o ataque norte-americano resultou na morte e em ferimentos de vários militares e civis iranianos
- Mais de 20 pessoas estão desaparecidas após inundação repentina no Grand Canyon AFP · há 12 horas
- EUA voltam a lançar bombas contra o Irã após um mês sem ataques AFP · há 13 horas
- Navio petroleiro é atingido por projétil no Estreito de Ormuz; não há registro de vítimas Estadão Conteúdo · há 15 horas
- Naufrágio no Chipre deixa oito mortos e 17 desaparecidos AFP · há 16 horas