Cerimônia de diplomação de Lula no TSE tem segurança reforçada; entenda como funciona e o que significa o rito
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), serão diplomados nesta segunda-feira, 12. A cerimônia realizada pela Justiça Eleitoral, que representa a última etapa antes da posse, marcada para 1º de janeiro de 2023, está marcada para acontecer às 14h30, no plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Cerca de mil pessoas foram convidadas para acompanhar a solenidade, que deve contar com a presença do presidente da Corte Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, que será responsável por conduzir a diplomação, assim como de outros ministros do Supremo Tribunal Federal, membros do Judiciário, políticos e autoridades. Segundo o TSE, os diplomas entregues serão assinados pelo presidente do TSE, que abrirá a sessão solene e designará dois ministros do Tribunal para conduzirem Lula e Alckmin ao plenário. A cerimônia começa com a execução do Hino Nacional pela Fanfarra do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCG), os Dragões da Independência, que será regida pelo 2º tenente Cláudio Márcio Araújo da Luz. Em seguida, Moraes deve entregar os diplomas aos eleitos e Lula proferir o seu discurso, seguido do pronunciamento breve do próprio ministro antes de encerrar a sessão solene.
A segurança para a solenidade será reforçada e forças de segurança de Brasília já estão em alerta para a realização de protestos e há receio de que haja movimentação de manifestantes descontentes com o processo eleitoral. Com isso, a expectativa é que a diplomação aconteça com forte esquema de segurança, incluindo viaturas da Polícia Militar (PM) e o esquadrão anti-bomba da Polícia Federal (PF). A cerimônia de diplomação acontece desde 1951 e formaliza que os candidatos foram efetivamente eleitos pelo voto da maioria dos brasileiros nas urnas eletrônicas. Desta forma, a entrega confirma que os escolhidos cumprem todas as exigências previstas na legislação eleitoral e estão aptos para exercer o mandato. Ou seja, para receber os diplomas, os eleitos precisam estar com o registro de candidatura deferido e as contas de campanha julgadas.
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