Grupo jihadista Boko Haram assume sequestro de 333 estudantes na Nigéria
O grupo jihadista Boko Haram assumiu a responsabilidade pelo sequestro de 333 estudantes de uma escola secundária em Katsina, no noroeste da Nigéria. O ataque aconteceu na última sexta-feira, 11, e os terroristas admitiram ter sido os autores do crime nesta terça-feira, 15, com as crianças ainda desaparecidas. “O que aconteceu foi feito para promover o Islã e desencorajar práticas não islâmicas, já que a educação ocidental não é o tipo de educação permitido por Alá e seu Santo Profeta”, afirmou o líder Abubakar Shekau em uma mensagem de áudio publicada pelo portal de notícias HumAngle. O alvo do atentado foi a Escola Secundária de Ciências do Governo, uma instituição só para meninos que recebe um total de 839 alunos. O ataque foi considerado um dos maiores nessa região do país, onde os atos jihadistas são geralmente impedidos pelos agentes de segurança ou se limitam a sequestros pequenos em troca de resgate.
[jp-related-posts ids=”991908,962573,914460″]
O governador de Katsina, Aminu Bello Masari, se reuniu ontem com o presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, para tratar do caso. Segundo Masari, os sequestradores tinham feito contato e, por isso, já estava em curso discussões sobre a segurança e o regresso dos meninos ilesos às suas casas. No entanto, fontes do Boko Haram garantiram à HumAngle que eles não fizeram exigências e tampouco estabeleceram condições para a liberação dos alunos.
*Com informações da EFE
Assuntos
continue lendo
Mundo
Departamento de Justiça dos EUA defende censura de Trump a emissoras: ‘Privilégio’
Um juiz distrital americano convocou uma audiência para esta quarta-feira (23) para analisar a ação
- Navio é atingido em Ormuz, pega fogo e fica à deriva Jovem Pan* · há 59 minutos
- Ex-aliada de Maduro, Delcy Rodríguez publica foto com Trump após encontro nos EUA Jovem Pan · há 2 horas
- Israel chama críticos de ‘papagaios’ e acusa ONU de parcialidade contra o país Jovem Pan · há 3 horas
- Cuba responde Trump após ele afirmar na ONU que a ilha ‘cairá’ AFP · há 20 horas