Líderes mundiais celebram o centenário do fim da 1ª Guerra Mundial
Setenta chefes de Estado e de Governo acompanham neste domingo (11) a cerimônia dos 100 anos do fim da Primeira Guerra Mundial. O evento é realizado no Arco do Triunfo, em Paris, na França.
O presidente francês, Emmanuel Macron, é o mestre de cerimônias. O ato começou por volta das 11 horas, no horário local (cerca de 8 horas, em Brasília).
O rei Felipe VI e o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, foram recebidos por Macron e sua esposa, Brigitte, no Palácio de Eliseu, residência oficial do presidente da França. Em seguida, chegaram, separadamente, os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, que aterrissou em Paris com atraso nesta manhã.
Cerca de 10 mil agentes foram mobilizados para garantir a segurança em Paris durante a cerimônia.
Primeira Guerra Mundial
A Primeira Guerra Mundial ocorreu entre os anos de 1914 e 1918 e tem como orgiem o chamado capitalismo mundial de Imperialismo. Esse movimento estava ligado ao investimento de capital no estrangeiro e ao demínio econômico de um país sobre o outro.
Entre as razões para o início do conflito estão o avanço da Alemanha frente à Inglaterra e o assassinato do arquiduque Francisco Ferndinando em Saravejo (capital da Bósnia e Herzegovina).
A rivalidade entre as potências levou ao surgimento de duas alianças: A tríplice Entente (formada por Inglaterra, França e Rússia) e a Tríplica Aliança (Alemanha, Imério Austro-Húngaro e Itália).
Em 1917, os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e entraram, oficialmente, no conflito. Até então, o país ajudava a França e a Inglaterra com alimentos, combustível e produtos industriais.
Um ano depois, o governo russo se retirou do conflito, assim como o Impérrio Autro-Húngaro. Enquanto isso, os alemães se rebelevam contra a guerra.
Naquele mesmo ano, a Alemanha se transforou em República e o novo governo aceitou o armistício, encerrando o conflito. Em 1919, teve início a Conferência de Paris, quando foi assinado o Tratado de Versalhes, que estabeleceu o Programa dos 14 Pontos.
Esse conjunto de medidas impôs duras penalidades à Alemanha, como retirar as colônias que o país havia conquistado, proibição de ter forças armadas, ser considerada culpada pela guerra, além de ter que pagar uma indenização aos “vencedores’. Com todas as imposições feitas, a Alemanha entrou em uma grave crise econômica, o que colaborou para o início da Segunda Guerra Mundial.
Ao todo, a Primeira Guerra Mundial teve um saldo de 9 milhões de mortos e 6 milhões de soldados mutilados, além de problemas econômicos e sociais.
*Com informações da Agência EFE
continue lendo
Mundo
Cuba deixa Assembleia da ONU após Trump falar em mudança de regime no país
A 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) acontece na manhã desta terça-feira (22) em Nova York, nos EUA
- Com presença do Irã na ONU, Trump questiona se deveria ‘aniquilar’ o país Nícolas Robert · há 1 hora
- Secretário-geral da ONU fala em ‘limpeza étnica’ na Cisjordânia ocupada AFP · há 2 horas
- Lula e Trump discursam nesta terça na Assembleia Geral da ONU; acompanhe ao vivo Jovem Pan · há 3 horas
- Lula discursa nesta terça na abertura da Assembleia Geral da ONU; o que esperar Nícolas Robert · há 5 horas