Bolsonaro: Auxílio é ‘pouco para quem recebe, muito para quem paga’
O presidente Jair Bolsonaro voltou a questionar o custo gerado para a União do auxílio emergencial de R$ 600 pagos à população na noite desta quinta-feira. Durante a live, ao lado da ministra Damares Alves, Bolsonaro afirmou que gostaria de destinar os R$ 50 milhões mensais para o ministério da Infraestrutura, comandado por Tarcísio de Freitas.
“Vamos prorrogar o auxílio até o final do ano. Bateram em mim falando que 600 era muito. Esse dinheiro é endividamento. O Brasil está se endividando. São 50 bilhões por mês. Não dá para manter os 600. Falaram em 200, é pouco demais. 600 é pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga. O pessoal da maldade. Não podemos continuar nos endividando”, disse. “É pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga”, completou.
[jp-related-posts ids=”963571,963879,963625″]
O presidente acredita que o valor “praticamente resolveria os grandes problemas de infraestrutura do Brasil”. Recentemente, o presidente tem percorrido o país para inaugurações de obras. Mesmo considerando os R$ 200 propostos pela equipe econômica “pouco”, Bolsonaro considera o valor atual muito alto, e deve chegar a uma quantia intermediária até o fim do ano. “Vai ser até dezembro, só não sei o valor. Enquanto for possível, nós o manteremos, mas você começa a ter consciência de que ele não pode ser eterno”, confirmou.
Assuntos
continue lendo
Política
Datafolha: Tarcísio tem 50% e Haddad sobe para 33% na disputa pelo governo de SP
Governador mantém percentual da pesquisa anterior, enquanto petista cresce três pontos; diferença cai para 17 pontos percentuais
- Área perto do STF é isolada por suspeita de bomba; um homem foi preso Jovem Pan · há 11 horas
- Entenda o que é a doença de Creutzfeldt-Jakob, que matou Lito Sousa Jovem Pan · há 13 horas
- São Paulo cria mais de 300 mil vagas de emprego em 2026, diz Seade Jovem Pan · há 14 horas
- PF marca depoimentos de Galípolo, Campos Neto e André Esteves sobre Master Estadão Conteúdo · há 14 horas