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Da Assembleia à Câmara, Rodrigo Valadares tenta chegar ao Senado por Sergipe

Deputado federal foi eleito para o Legislativo estadual em 2018, disputou a Prefeitura de Aracaju em 2020 e chegou ao Congresso dois anos depois

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Rodrigo Valadares (PL)
Rodrigo Valadares (PL) Reprodução / Redes sociais

Rodrigo Valadares (PL) disputa uma vaga no Senado em 2026 depois de construir em menos de uma década uma trajetória que passou pela Assembleia Legislativa de Sergipe e pela Câmara dos Deputados. Rodrigo Santana Valadares nasceu em Aracaju, em 6 de agosto de 1989, é formado em Direito pela Universidade Tiradentes e atuou profissionalmente como professor, administrador, empresário, assessor no Ministério de Minas e Energia e coordenador de novos negócios no Complexo Industrial Portuário de Suape antes de chegar ao Legislativo.

A primeira candidatura ocorreu em 2018, quando Valadares concorreu a deputado estadual. Filiado ao PTB, recebeu 15.221 votos e foi eleito para a Assembleia Legislativa. O mandato, iniciado em 2019, seria interrompido por uma tentativa de chegar ao Executivo municipal.

Prefeitura de Aracaju e Câmara dos Deputados

Em 2020, Rodrigo disputou a Prefeitura de Aracaju. Recebeu 28.598 votos, mas não foi eleito. Dois anos depois, voltou a concorrer ao Legislativo, desta vez buscando uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Na eleição de 2022, recebeu 49.696 votos e foi eleito deputado federal. Segundo os resultados eleitorais, terminou em sétimo lugar em votação entre os candidatos ao cargo em Sergipe e conquistou uma das oito cadeiras destinadas ao estado. Assumiu o mandato em fevereiro de 2023.

Primeira disputa pelo Senado

Em 2026, Valadares decidiu não buscar imediatamente a reeleição para a Câmara e entrou na corrida por uma das duas vagas sergipanas no Senado. Filiado ao PL, chega à eleição aos 37 anos e com três disputas anteriores: deputado estadual em 2018, prefeito de Aracaju em 2020 e deputado federal em 2022.

A candidatura ao Senado é, assim, sua primeira tentativa de conquistar um mandato majoritário estadual. O movimento ocorre apenas oito anos depois de sua estreia nas urnas e quatro anos depois da chegada ao Congresso.

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