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Quem são os 27 governadores eleitos em 2026: veja votação e perfil de cada um

Lista reúne os vencedores dos dois turnos, os votos recebidos, adversários e links para os perfis publicados pela Jovem Pan

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SP - ELEIÇÕES-2026 - POLÍTICA - Governador reeleito de São Paulo, Tarcisio de Freitas vota no Colegio Miguel de Cervantes, no bairro do Morumbi, regiao sul de São Paulo, neste domingo(25). 25/10/2026 - Foto: MARINA UEZIMA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - ELEIÇÕES-2026 - POLÍTICA - Governador reeleito de São Paulo, Tarcisio de Freitas vota no Colegio Miguel de Cervantes, no bairro do Morumbi, regiao sul de São Paulo, neste domingo(25). 25/10/2026 - Foto: MARINA UEZIMA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO MARINA UEZIMA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO

As eleições de 2026 definiram os governadores das 26 unidades estaduais e do Distrito Federal. Dos 27 eleitos, 21 tiveram a vitória confirmada no primeiro turno, incluindo o Rio de Janeiro após uma retotalização, e seis venceram no segundo turno, realizado no domingo (25). Os vencedores são filiados a oito partidos.

Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito em São Paulo, teve o maior número absoluto de votos entre os governadores, com 14.491.874. Rafael Fonteles (PT), reeleito no Piauí, obteve o maior percentual de votos válidos, 70,90%. A disputa mais apertada do segundo turno ocorreu no Rio Grande do Norte, onde Cadu Xavier (PT) superou Allyson Bezerra (União Brasil) por 32.625 votos.

Veja, por região, quem foi eleito, o resultado das urnas e um resumo da trajetória de cada governador. Os nomes levam aos perfis publicados pela Jovem Pan.

Norte

Acre — Mailza Assis (PP). Eleita no segundo turno com 272.635 votos (66,21%), contra 139.108 (33,79%) de Alan Rick (Republicanos). Ex-senadora e vice-governadora de Gladson Cameli, Mailza assumiu o comando do Acre em abril de 2026 após a renúncia do titular e conquistou um mandato próprio nas urnas.

Amapá — Dr. Furlan (PSD). Venceu no primeiro turno com 281.595 votos (62,75%), contra 165.900 (36,97%) de Clécio. Médico cirurgião cardiovascular e ex-prefeito de Macapá, foi deputado estadual antes de assumir a prefeitura da capital.

Amazonas — Omar Aziz (PSD). Derrotou Professora Maria do Carmo (PL) no segundo turno, com 1.273.975 votos (61,42%), contra 800.328 (38,58%). Senador e ex-governador, Aziz volta ao Executivo estadual, que comandou entre 2010 e 2014, após trajetória como vereador, deputado e vice-governador.

Pará — Dr. Daniel Santos (Podemos). Foi eleito no primeiro turno com 2.345.721 votos (51,36%), ante 2.125.084 (46,53%) de Hana Ghassan (MDB). Médico e ex-prefeito de Ananindeua, também presidiu a Assembleia Legislativa paraense.

Rondônia — Marcos Rogério (PL). Venceu em primeiro turno com 537.370 votos (56,86%), contra 189.547 (20,06%) de Adailton Fúria (PSD). Senador desde 2019, foi vereador de Ji-Paraná e deputado federal; em 2022, já havia disputado o governo estadual.

Roraima — Arthur Henrique (PL). Foi eleito no primeiro turno com 220.809 votos (69,13%), enquanto Soldado Sampaio (Republicanos) recebeu 93.434 (29,25%). Ex-prefeito de Boa Vista, também foi vice-prefeito e secretário municipal da capital.

Tocantins — Vicentinho Júnior (PSDB). Virou a disputa no segundo turno e venceu com 562.083 votos (64,52%), contra 309.076 (35,48%) de Professora Dorinha (União Brasil). Deputado federal e filho do ex-senador Vicentinho Alves, tem atuação ligada às pautas da agropecuária. Dorinha havia liderado o primeiro turno por 45,52% a 43,94%.

Nordeste

Alagoas — JHC (PSDB). João Henrique Caldas venceu no primeiro turno com 892.484 votos (52,20%), contra 809.796 (47,37%) de Renan Filho (MDB). Ex-prefeito de Maceió, deixou o cargo em abril de 2026 para disputar o governo; antes, foi deputado estadual e federal.

Bahia — Jerônimo Rodrigues (PT). Foi reeleito no primeiro turno com 4.626.509 votos (55,80%), contra 3.625.227 (43,72%) de ACM Neto. Engenheiro agrônomo e professor universitário, ocupou secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural e Educação antes de chegar ao governo em 2023.

Ceará — Elmano de Freitas (PT). Venceu no primeiro turno com 2.875.573 votos (53,19%), ante 2.498.891 (46,22%) de Ciro Gomes (PSDB). Advogado, ex-secretário de Educação de Fortaleza e ex-deputado estadual, foi eleito governador pela primeira vez em 2022.

Maranhão — Eduardo Braide (PSD). Venceu no primeiro turno com 2.104.122 votos (54,02%), contra 1.354.044 (34,76%) de Orleans Brandão (MDB). Foi deputado estadual e federal antes de ser eleito prefeito de São Luís em 2020 e reeleito em 2024; renunciou à prefeitura para concorrer ao governo.

Paraíba — Lucas Ribeiro (PP). Foi reeleito no primeiro turno com 1.470.252 votos (64,30%), contra 552.836 (24,18%) de Efraim Filho (PL). Ex-vice-governador, assumiu o Executivo em abril de 2026 após a renúncia de João Azevêdo. Antes, foi vereador e vice-prefeito de Campina Grande.

Pernambuco — Raquel Lyra (PSD). Conquistou a reeleição no primeiro turno com 2.805.438 votos (53,27%), contra 2.360.469 (44,82%) de João Campos (PSB). Ex-delegada da Polícia Federal, deputada estadual e prefeita de Caruaru, tornou-se em 2022 a primeira mulher eleita para governar Pernambuco.

Piauí — Rafael Fonteles (PT). Foi reeleito no primeiro turno com 1.436.697 votos (70,90%), contra 557.972 (27,54%) de Joel Rodrigues (PP). Bacharel em matemática e mestre em economia matemática, foi secretário estadual da Fazenda antes de vencer a eleição de 2022.

Rio Grande do Norte — Cadu Xavier (PT). Virou a eleição no segundo turno, recebendo 1.073.024 votos (50,77%) contra 1.040.399 (49,23%) de Allyson Bezerra (União Brasil), que havia liderado o primeiro turno. Aliado de Fátima Bezerra, Cadu ocupou cargos na administração estadual e disputou o governo pela primeira vez.

Sergipe — Fábio Mitidieri (PSD). Foi reeleito no primeiro turno com 727.291 votos (59,27%), contra 459.908 (37,48%) de Valmir de Francisquinho (Republicanos). Ex-vereador de Aracaju e deputado federal por dois mandatos, também foi secretário municipal e estadual.

Centro-Oeste

Distrito Federal — Celina Leão (PP). Venceu Leandro Grass (PT) no segundo turno com 987.142 votos (57,18%), contra 739.130 (42,82%). Ex-deputada distrital e federal, presidiu a Câmara Legislativa do DF e foi vice-governadora de Ibaneis Rocha antes de assumir o Executivo.

Goiás — Daniel Vilela (MDB). Venceu no primeiro turno com 2.148.218 votos (59,17%), contra 797.141 (21,96%) de Wilder Morais (PL). Ex-vereador, deputado estadual e federal, assumiu o governo em março de 2026 depois da renúncia de Ronaldo Caiado e conquistou um mandato próprio.

Mato Grosso — Otaviano Pivetta (Republicanos). Foi reeleito no primeiro turno com 1.128.099 votos (60,77%), ante 430.442 (23,19%) de Wellington Fagundes (PL). Ex-prefeito de Lucas do Rio Verde e vice-governador por dois mandatos, assumiu o governo em 2026 após a saída de Mauro Mendes.

Mato Grosso do Sul — Eduardo Riedel (PP). Reeleito no primeiro turno com 914.323 votos (67,07%), contra 322.807 (23,68%) de Fábio Trad (PT). Antes de chegar ao Executivo estadual em 2023, comandou as secretarias de Governo e Infraestrutura e teve atuação em entidades do setor produtivo.

Sudeste

Espírito Santo — Lorenzo Pazolini (Republicanos). Foi eleito no segundo turno com 1.151.818 votos (52,17%), contra 1.056.119 (47,83%) de Ricardo Ferraço (MDB). Delegado de polícia e ex-deputado estadual, foi prefeito de Vitória de 2021 até renunciar em 2026 para disputar o governo.

Minas Gerais — Cleitinho Azevedo (Republicanos). Venceu em primeiro turno com 6.321.590 votos (55,40%), contra 3.006.088 (26,34%) de Patrus Ananias (PT). Senador desde 2023, começou a trajetória eleitoral como vereador de Divinópolis e depois foi deputado estadual.

Rio de Janeiro — Douglas Ruas (PL). Foi declarado eleito no primeiro turno com 4.271.199 votos (50,88%), contra 3.706.984 (44,16%) de Eduardo Paes (PSD), após a Justiça Eleitoral anular os votos de Anthony Garotinho e refazer a totalização. Policial e ex-deputado estadual, é filho do ex-prefeito de São Gonçalo Capitão Nelson.

São Paulo — Tarcísio de Freitas (Republicanos). Reeleito no primeiro turno com 14.491.874 votos (62,65%), contra 8.423.656 (36,42%) de Fernando Haddad (PT). Engenheiro e ex-ministro da Infraestrutura no governo Jair Bolsonaro, chegou ao Palácio dos Bandeirantes em 2023.

Sul

Paraná — Sergio Moro (PL). Foi eleito no primeiro turno com 3.127.911 votos (50,10%), contra 1.583.764 (25,37%) de Sandro Alex (PSD). Ex-juiz federal da Lava Jato, foi ministro da Justiça e senador pelo Paraná antes de concorrer ao governo.

Rio Grande do Sul — Luciano Zucco (PL). Venceu no primeiro turno com 3.516.048 votos (58,05%), contra 1.917.374 (31,65%) de Juliana Brizola (PDT). Militar reformado, foi deputado estadual e depois federal antes de disputar o Executivo gaúcho.

Santa Catarina — Jorginho Mello (PL). Foi reeleito no primeiro turno com 2.942.386 votos (68,98%), contra 668.021 (15,66%) de Gelson Merísio (PSB). Tem trajetória como vereador, deputado estadual, deputado federal e senador, além do mandato de governador iniciado em 2023.

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